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Veja as novidades sobre a Mediação Imobiliária e alguns conselhos que poderá usar na altura de compra, aluguer ou venda do seu imóvel.

Comprar ou arrendar a primeira casa: como decidir (parte I)?

Iniciamos hoje uma rubrica, assegurada pela Deco – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor, que pode ajudar a tirar dúvidas.

O acesso a uma habitação condigna é universalmente considerado uma necessidade básica do ser humano. Em determinado momento da vida, porque decides viver sozinho, casar ou ser independente, e sobretudo quando começas a ter algum rendimento, ponderas ter a tua casa. É nesta altura que as opções surgem: comprar, construir ou arrendar casa? Iniciamos hoje uma rubrica, assegurada pela Deco – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor, que pode ajudar-te a decidir.

Cada uma destas possibilidades encerra vantagens e inconvenientes. Construir casa ou optar pela autoconstrução é um processo moroso, pelo que necessitarás de tempo e, sobretudo, de uma forte dose de paciência.

Se herdaste um terreno ou não precisas da casa a curto prazo, a opção pela (auto)construção poderá ser vantajosa, pois o custo será certamente mais reduzido que adquirir um imóvel construído.

Todavia, se não tens poupanças suficientes a opção pela compra de casa, mesmo recorrendo a crédito, poderá também não ser viável. Isto porque necessitarás de dar uma entrada de, pelo menos, 10% do valor do imóvel a adquirir, já que atualmente os bancos não financiam a totalidade do valor.

Arrendar será, por outro lado, e além de ser um processo mais simples, a opção de menor responsabilidade. Questões muito práticas como as despesas de manutenção do edifício, o pagamento do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) ou do condomínio ficarão a cargo do proprietário/senhorio.

Comprar casa e aumentar o património familiar ou arrendar é efetivamente uma decisão que terás de tomar, não de ânimo leve, mas fundamentadamente e procurando reduzir ao máximo eventuais riscos futuros.

A decisão dependerá de fatores diversos que deverás ponderar, como sejam a idade, estabilidade/mobilidade no emprego, rendimento, garantias, entre outras.

Aparentemente, para habitações equivalentes a renda poderá ser inferior à prestação de crédito, mas nem sempre assim será. Terás mesmo de fazer contas.

Nota: voltaremos ao tema no próximo artigo.

Fonte ImoLeite: https://www.idealista.pt/news/imobiliario/habitacao/2020/02/07/42359-comprar-ou-arrendar-a-primeira-casa-como-decidir-parte-i (30.03.2020)

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